🏖️ Lançamento Imperdível em Guarapari: Residencial Antônio Gotardo 🏡
Muquiçaba - Guarapari/ESConheça o imóvel
Descrição do imóvel
🏖️ Lançamento Imperdível em Guarda-Paredes: Residencial Antônio Gotardo 🏡
Se você busca viver em um local bucólico, cercado por conforto e comodidades, o Residencial Antônio Gotardo na prainha de muquiçaba é a opção ideal. Conheça um pouco mais sobre esse incrível empreendimento e tudo o que ele tem a oferecer:
✨ *Conforto e Comodidades*: O Residencial Antônio Gotardo foi projetado para proporcionar o melhor da vida em todos os dias. Se você busca qualidade de vida, aqui você encontrará tudo o que precisa.
🏡 *Apartamentos Espaçosos*: Com opções de até quatro quartos, suíte máster e plantas que variam de 259 metros quadrados, os apartamentos oferecem muito espaço para você e sua família.
🌞 *Projeto Arrojado*: O projeto do Residencial Antônio Gotardo é arrojado e redefinirá sua experiência de morar bem em uma das praias mais charmosas da cidade.
🛒 *Comodidades ao Redor*: Com açaíterias, academias de ginástica, supermercados e muito mais por perto, você terá acesso a tudo o que precisa para viver com comodidade.
🌅 *Linda Vista*: Os apartamentos oferecem uma vista deslumbrante, e o mar de Guarapari é um cenário incrível que fará parte do seu dia a dia.
🌊 *Praias Encantadoras*: A região é conhecida por suas praias charmosas e deslumbrantes. Viver próximo ao mar é um privilégio que você merece.
🏠 *Seu Novo Lar*: O Residencial Antônio Gotardo é mais do que um imóvel, é a realização do sonho de viver bem e com qualidade.
✅ *Oportunidade Única*: Não perca a chance de fazer parte desse incrível empreendimento. A qualidade de vida que você sempre desejou está mais perto do que imagina.
📲 *Contate-nos*: Para saber mais sobre o Residencial Antônio Gotardo
Cômodos
Áreas
Características
Valores
Outras Informações
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Localização

Conheça a cidade Guarapari
Por volta do ano 1000, os índios que ocupavam o litoral sul do atual estado do Espírito Santo foram expulsos para o interior do continente devido à invasão de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros exploradores europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis: os temiminós.[7]
Em 1585, o padre jesuíta José de Anchieta fundou uma missão jesuíta para catequizar os índios da região: a aldeia do Rio Verde ou aldeia de Santa Maria de Guaraparim. A aldeia possuía um convento e uma igreja dedicada a santa Ana. Para a sua inauguração, Anchieta compôs o Auto Tupi. Em 1677, foi construída a igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 1679, a aldeia de Guaraparim foi elevada à categoria de vila. Em 1835, foi criada a comarca de Guarapari. Em 1860, a comarca recebeu uma visita do imperador brasileiro dom Pedro II. Em 1878, passou à condição de município. Em 1891, adquiriu o status de cidade.
No final do século XIX, colonos europeus (italianos, em sua maioria, que aportaram no rio Benevente) se instalaram no interior do município, fundando as localidades de Todos os Santos e Rio Calçado, entre outras. A principal atividade econômica dessas famílias era o café, além do plantio que faziam para a própria subsistência. Em 1948, teve instalada a sua câmara[8]. Em meados dos anos 1960/1970, Guarapari tornou-se nacionalmente famosa em decorrência das propriedades pretensamente medicinais de suas areias monazíticas. Por este motivo, houve uma onda turística crescente em torno da cidade.
Clima , O clima guarapariense é caracterizado como tropical quente superúmido (tipo Aw segundo Köppen),[13][14] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual em torno dos 24,4 °C, tendo invernos amenos e verões chuvosos com temperaturas altas. O mês mais quente, janeiro, tem temperatura média de 27 °C, sendo a média máxima de 32 °C e a mínima de 23 °C. E o mês mais frio, junho, possui média de 22 °C, sendo 26 °C e 18 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[14] O índice pluviométrico é de aproximadamente 1 084 mm, sendo agosto o mês mais seco e dezembro o mais chuvoso.[14]
Ecologia , As praias de Guarapari são famosas por possuírem um nível alto de radioatividade natural, proveniente das chamadas areias monazíticas, ricas nos elementos urânio e tório.[15] Em alguns pontos das praias foram registradas leituras de até 20μSv/h (175 mSv por ano),[16][17] uma dose equivalente à que seria recebida ao se tirar uma radiografia de tórax a cada cinco horas.[18] Na cidade os níveis de radiação são muito inferiores; um estudo realizado com 320 habitantes encontrou uma dose média de 0.6 µSv/h, ou 5.2 mSv por ano.[19] Estudos recentes revelaram efeitos benéficos à saúde para a medida de radiação da cidade de Guarapari. Em um levantamento sobre o câncer de mama, Guarapari apresentou uma taxa de duas mulheres para cada cem mil, enquanto o índice em outros município foi de 178 e 148 para cada cem mil, nos municípios de Linhares e Colatina, respectivamente. [20]
Situado no extremo norte do município, na faixa litorânea, o parque possui 1 500 hectares de área, protegendo o ecossistema restinga, uma rica flora composta por orquídeas, bromélias, clúsias e outras espécies típicas de restinga. Conta com uma fauna variada: de pererecas endêmicas a saguis-da-cara-branca, cutias, jiboias, quatis, tamanduás, jacarés, macacos e veados. Possui três lagoas de águas avermelhadas, mas somente uma, a Lagoa de Caraís, é aberta a visitação. O parque possui, também, duas trilhas para visitação:
- Trilha da Clúsia - trilha que possibilita ao visitante um contato mais intimo com a natureza, da uma impressão que está dentre uma mata fechada.
- Trilha da Restinga - uma trilha relativamente maior, com grau de dificuldade fácil. Leva o turista até a Lagoa de Caraís. Possui 1,5 quilômetros de extensão.
O parque recebeu esse nome em homenagem ao biólogo Paulo C. Vinha, assassinado cruelmente nos limites do parque enquanto fazia um levantamento fotográfico sobre líquens e fungos. Sua sede fica próxima ao bairro de Setiba, onde conta com guardas e uma estrutura básica de apoio ao turista.
Parque Natural Municipal Morro da Pescaria
Situado ao final da Praia do Morro, esse é o Parque mais visitado no Espírito Santo. É um Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (Unesco).
Conheça a cidade Guarapari
Por volta do ano 1000, os índios que ocupavam o litoral sul do atual estado do Espírito Santo foram expulsos para o interior do continente devido à invasão de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros exploradores europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis: os temiminós.[7]
Em 1585, o padre jesuíta José de Anchieta fundou uma missão jesuíta para catequizar os índios da região: a aldeia do Rio Verde ou aldeia de Santa Maria de Guaraparim. A aldeia possuía um convento e uma igreja dedicada a santa Ana. Para a sua inauguração, Anchieta compôs o Auto Tupi. Em 1677, foi construída a igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 1679, a aldeia de Guaraparim foi elevada à categoria de vila. Em 1835, foi criada a comarca de Guarapari. Em 1860, a comarca recebeu uma visita do imperador brasileiro dom Pedro II. Em 1878, passou à condição de município. Em 1891, adquiriu o status de cidade.
No final do século XIX, colonos europeus (italianos, em sua maioria, que aportaram no rio Benevente) se instalaram no interior do município, fundando as localidades de Todos os Santos e Rio Calçado, entre outras. A principal atividade econômica dessas famílias era o café, além do plantio que faziam para a própria subsistência. Em 1948, teve instalada a sua câmara[8]. Em meados dos anos 1960/1970, Guarapari tornou-se nacionalmente famosa em decorrência das propriedades pretensamente medicinais de suas areias monazíticas. Por este motivo, houve uma onda turística crescente em torno da cidade.
Clima , O clima guarapariense é caracterizado como tropical quente superúmido (tipo Aw segundo Köppen),[13][14] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual em torno dos 24,4 °C, tendo invernos amenos e verões chuvosos com temperaturas altas. O mês mais quente, janeiro, tem temperatura média de 27 °C, sendo a média máxima de 32 °C e a mínima de 23 °C. E o mês mais frio, junho, possui média de 22 °C, sendo 26 °C e 18 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[14] O índice pluviométrico é de aproximadamente 1 084 mm, sendo agosto o mês mais seco e dezembro o mais chuvoso.[14]
Ecologia , As praias de Guarapari são famosas por possuírem um nível alto de radioatividade natural, proveniente das chamadas areias monazíticas, ricas nos elementos urânio e tório.[15] Em alguns pontos das praias foram registradas leituras de até 20μSv/h (175 mSv por ano),[16][17] uma dose equivalente à que seria recebida ao se tirar uma radiografia de tórax a cada cinco horas.[18] Na cidade os níveis de radiação são muito inferiores; um estudo realizado com 320 habitantes encontrou uma dose média de 0.6 µSv/h, ou 5.2 mSv por ano.[19] Estudos recentes revelaram efeitos benéficos à saúde para a medida de radiação da cidade de Guarapari. Em um levantamento sobre o câncer de mama, Guarapari apresentou uma taxa de duas mulheres para cada cem mil, enquanto o índice em outros município foi de 178 e 148 para cada cem mil, nos municípios de Linhares e Colatina, respectivamente. [20]
Situado no extremo norte do município, na faixa litorânea, o parque possui 1 500 hectares de área, protegendo o ecossistema restinga, uma rica flora composta por orquídeas, bromélias, clúsias e outras espécies típicas de restinga. Conta com uma fauna variada: de pererecas endêmicas a saguis-da-cara-branca, cutias, jiboias, quatis, tamanduás, jacarés, macacos e veados. Possui três lagoas de águas avermelhadas, mas somente uma, a Lagoa de Caraís, é aberta a visitação. O parque possui, também, duas trilhas para visitação:
- Trilha da Clúsia - trilha que possibilita ao visitante um contato mais intimo com a natureza, da uma impressão que está dentre uma mata fechada.
- Trilha da Restinga - uma trilha relativamente maior, com grau de dificuldade fácil. Leva o turista até a Lagoa de Caraís. Possui 1,5 quilômetros de extensão.
O parque recebeu esse nome em homenagem ao biólogo Paulo C. Vinha, assassinado cruelmente nos limites do parque enquanto fazia um levantamento fotográfico sobre líquens e fungos. Sua sede fica próxima ao bairro de Setiba, onde conta com guardas e uma estrutura básica de apoio ao turista.
Parque Natural Municipal Morro da Pescaria
Situado ao final da Praia do Morro, esse é o Parque mais visitado no Espírito Santo. É um Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (Unesco).




